Mariana N. C. Marco - CRP 06 95617

Quando você se sente uma fraude…

Por @mariana

… Está faltando amor-próprio aí!!!

Ops… Desculpe se fui tão direta, curta e até “grossa”. Este texto vai te mostrar quando você se sente uma fraude. Eu sei que você pode até alcançar as suas metas profissionais, porém enquanto você não aprender valorizar-se ainda se sentirá uma fraude.

Quem nunca viveu o medo de ser um impostor?

Muitas pessoas se sentem assim quando percebem resultados grandiosos em suas carreiras e não atribuem a si tais consequências. Tendem a elogiar a equipe como um todo, agradecer aos compradores, aos amigos, à Deus e tudo mais que possa existir, menos a si mesmos. Pessoas que costumeiramente se sentem uma fraude, não conseguem perceber seus feitos como dignos de reconhecimento.

É muito comum que elas relatem não se sentirem responsáveis ou pertencentes àqueles resultados, funções e/ou ambiente.

Certa vez conheci um grande executivo, que no conforto e acolhimento de seu processo terapêutico, dizia com todas as letras: “eles não me conhecem, eu sou uma fraude”!

Quando coloco o título deste post “Quando você se sente uma fraude” e que tal sensação está ligada ao amor próprio é porque os relatos e discursos sempre distanciam a pessoa dos seus feitos. Dizem que é sorte, que foi por “puro acaso” ou que outras pessoas os “acobertam”. É na alcova terapêutica que o sentimento de medo e julgamento aparece.

A fala clássica se parece com: “Eu sei que deu certo e realmente foi bom. Mas será que eu sou mesmo tudo isso? Será que realmente eu sou capaz de entregar tudo isso que o outro está vendo? Penso que as pessoas veem alguém que eu não vejo e muitas vezes tenho medo de ser descoberto como uma grande fraude.”

E é defronte este tipo de fala, que primeiro focamos nas evidências e em seguida vamos de encontro ao “monstro de três cabeças”, o famigerado e temido devorador da paz profissional. Suas cabeças: medo do julgamento externo, autocritica severa e baixa auto estima.

Apesar de entender que muitos relacionam o termo autoestima com a ideia de aparência e estética, reitero sempre que posso que autoestima vai MUITO ALÉM do que te agrada externamente.

Auto estima se relaciona muito mais com a ideia de como somos bem quistos por nós. Variável dependente do autoconhecimento e, por consequência, do quanto somos capazes de reconhecer e aceitar nossas características. Mesmo aquelas que não são tão agradáveis para nós ou para o mundo.

 

Uma adequada auto estima é percebida por discursos como:

“Essas são características que possuo, ainda as vejo como falhas, ainda noto o quanto são prejudiciais a mim e estou na busca de melhorias”.

Imagem: 𝐋𝐚𝐮𝐫𝐞𝐧𝐭𝐢𝐮 𝐑𝐨𝐛𝐮

Se engana quem pensa um discurso pedante e cheio de si está relacionado com ser seguro e com a auto estima “em dia”. A vaidade é um liquido fluido que se disfarça de insegurança e também de poder.

Se juntarmos esses dois conceitos, temos aqui uma boa dica sobre caminhos saudáveis para driblar a síndrome do Impostor:

  1. Quando você aprende a reconhecer suas ações, sendo elas agradáveis ou não para você ou para o restante do mundo.
  2. Quando você aprende a reconhecer que suas atitudes são merecedoras de reconhecimento, aplausos e elogios, mesmo que elas não estejam honrando com seus rigorosos critérios de atuação.
  3. Você assume o palco da vida exatamente como é. Nem mais e nem menos.
  4. Você pára de se ver como impostor ou fraudulento.
  5. E também não se vê como um grande mártir ou um super herói/heroína.
  6. Aprendeu a se ver como de fato és.
  7. Aceita e recebe as consequências, o reconhecimento e os aplausos que merece.

 

Encerro com uma reflexão:

Quanto mais você se ama e se respeita, menos impostor você se verá. Quanto mais você se conhece, menos fraudulento se sentirá. E, quanto mais você compreender a si, menos temor terá diante dos outros.

 

Deixe seu comentário aqui se você se sente ou já se sentiu como uma fraude.

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Você pode se interessar no meu texto “Afinal, o que eu quero?”

 
Por Mariana Marco
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